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27 de junho de 2007

A Escolha de um Cachorro

A partir do momento em que um cachorro entra na sua casa, seja comprado, adoptado ou oferecido, deve ter bem presente que ele não é um brinquedo, mas sim um ser vivo, que pode sofrer e que necessita de afecto. Deve assumir a responsabilidade da sua criação e o cuidado que a mesma implica. E deve zelar pela manutenção da sua saúde, assim como tem o dever de oferecer-lhe uma vida digna. Em recompensa ele dar-lhe-á muito amor, fidelidade, protecção e companhia.


Já decidida a raça que pretende, poderá adquirir o cão localmente. Os criadores podem ser indicados pelas lojas de cães ou pelos clubes nacionais de canicultura. O custo dos cachorros dependerá do pedigree e da raridade da raça. Pelas nove semanas (2 meses e uma semana) os cachorros já estão desmamados e prontos para ir para a sua nova casa.


A aquisição de um cachorro, especialmente se muito caro, deve ser feita com base num parecer veterinário relativamente ao seu estado de saúde (podendo pedir auxilio ao criador, que se experiente saberá concerteza que tipo de cachorros são mais saudáveis e resistentes, e o ajudará a encontrar o mais indicado para si). Contudo, nem toda a gente quer ou pode pagar um cão com pedigree e em termos de companhia os "rafeiros" são animais deliciosos. A questão é avaliar correctamente o tamanho do adulto rafeiro, para isso deve ser consultado um veterinário.



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Não faça a escolha por impulso emocional!

No momento de escolher o cachorro não se deixe levar por impulsos emocionais, pois aquele que escolher viverá consigo durante vários anos.Muitos donos inclinam-se mais por aquele que chora, pois desperta-lhes pena, mas geralmente cometem um erro. Opte sempre pelo mais saudável, amigável e de caracter aberto.Também não se deixe tentar pelo maior nem pelo mais pequeno da ninhada: o primeiro pode ser um cão basto, de aspecto tosco, ou passar os limites máximos estabelecidos pelo estalão, e o outro ser um animal débil, doente.


6 comentários:

mariana disse...

e o que interessa se passar dos limites ou se for um cão doente?não merecem na mesma um lar que dê muito carinho?esses não vão ser tão nossos amigos e companheiros do que os outros?não gostei deste post!

Bola de Pêlo disse...

Olá Mariana, é sua opinião mas nem toda a gente, e na minha opinião um absurdo, pagaria por um cão doente e debilitado! Para isso, mais valia adoptar um no canil municipal.
É claro que merecem na mesma um lar e carinho, e também consiguiram ser amigos e companheiros, mas veja por este ponto, um criador SÉRIO, registado no CPC, que leva os cães as exposições, etc., não pode vender um cão nessas condições, se o der, eu não vejo qualquer problema, desde que informe o futuro dono dos problemas do cão. Agora, se o vender só o posso considerar como um pseudo-criador que só pensa no dinheiro que vai fazer com os cães! Diga-me agora se acha isto correcto?
Este post tem apenas a intuição de alertar as pessoas, mais nada. Porque ao fim ao cabo, se quiser pagar por um cão nestas condições, eu não a vou impedir!

Cumprimentos, Inês.

Anónimo disse...

ola! faz sentido o que a mariana disse mas é claro que quando vamos escolher um cão não queremos um cachorro doente nem débil.
Eu quando fui escolher o meu entre 8 que lá estavam, escolhi o mais brincalhão, mas à 2 meses foi-lhe diagnosticado displasia da anca :(
Já foi operado, vamos lá ver se melhora. Espero que sim!
Ainda assim é um cão super activo, e o que eu queria perguntar era se tem algum inconveniente em lhe por uma focinheira. Eu sei que ele é um cão dócil, e que não tem um carácter agressivo, mas ele estraga muita coisa sempre que esta sozinho. E os prejuízos já vão altos, desde roupa, vasos,calçado, moveis, etc.
A verdade é que os meus pais estão a ficar cansados e chateados por ele estragar tudo e a solução que encontraram para quando ele fica sozinho é prende-lo ou meter a focinheira para ele não roer mais nada. Qual acha a melhor opção?

Bola de Pêlo disse...

Olá! A melhor opção seria sempre conseguir fazer o cão entender que não pode roer tudo o que lhe aparece a frente e restringi-lo aos seus brinquedos apenas. Claro que isto não é fácil de conseguir e exige muita paciência por parte dos donos. Os donosm podem tentar, por exemplo, restringir o acesso do cão a algumas zonas da casa.
Mas se está realmente desesperado tentaria inicialmente, cada vez que apanhasse o seu cão em flagrante, a roer algo, ralhar e apertar-lhe o cachaço e colocar a focinheira(açaime) durante um certo período tempo. O cão decerto não gosta da sençação de se sentir preso e algumas vezes depois deste castigo ser aplicado começará a entender a ideia. Se ainda assim isto não resultar, pote por colocar a focinheira apenas por curtos periodos de tempo, por exemplo quando o cão fica sozinho e quando chegar a casa, depois dele acalmar reitará-la.

Cumprimentos, Inês.

risada.blog disse...

vou ganhar uma labradora essa semana,de 9 cães da ninhada ela é a mais esperta,levada,brincalhona e bem saudaveu

Wagner Caldeira Silva disse...

Bom artigo, a um ano atrás comprei uma fêmea de labrador, e depois comprei um macho, gostei tanto da raça, me interessei tanto que iniciei uma criação hoje tenho 3 fêmeas e dois machos, e estou buscando uma fêmea chocolate, todos com acompanhamento veterinário, todos vacinados e todos muito bem tratados com rações de excelente qualidade, mas, discriminar condições de saúde é complicado não acha? Nosso amiguinhos mais fracos e com algum problema também merecem nossa atenção e carinho, mas no todo é um boma artigo, parabéns, se puderem visitem meu site www.caolabrador.com, está em construção ainda, mas serão bem vindos.